Autor: Assessoria

Jornalista serrariense, José Nunes é o novo imortal da Academia Paraibana de Letras

O diácono e jornalista José Nunes tomou posse na Academia Paraibana de Letras (APL) nesta quinta-feira (9). A solenidade foi realizada no Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa. O novo acadêmico foi saudado pelo imortal Gonzaga Rodrigues. O evento contou com a presença dos familiares e membros da academia de letras, do prefeito de […]

10/02/2023 10h20 Atualizado há 1 ano atrás

O diácono e jornalista José Nunes tomou posse na Academia Paraibana de Letras (APL) nesta quinta-feira (9). A solenidade foi realizada no Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa. O novo acadêmico foi saudado pelo imortal Gonzaga Rodrigues.

O evento contou com a presença dos familiares e membros da academia de letras, do prefeito de Serraria, Petrônio Freitas e sua esposa, Ana Gracieth, os filhos, esposa, netos, os irmãos, repórter fotográfico Pedro Nunes, padre Gaspar Rafael Nunes, Inácio Nunes e Rosário, assim como os sobrinhos e amigos.

Eleito em 25 de novembro do ano passado, com 21 votos, em eleição que teve mais dois concorrentes, Nunes substitui o jornalista e poeta Otávio Sitonio Pinto, cuja cadeira tem como patrono o desembargador e escritor Santos Standislau Pessoa de Vasconcelos. A vaga também já foi ocupada por Francisco Coutinho Filho e Pedro Moreno Gondim.

O novo acadêmico disse que espera contribuir com uma das missões da APL, que é fomentar o acesso ao livro, aproximar o escritor do público leitor, debater cultura e literatura.

“Precisamos fazer com que o livro chegue às escolas, abrindo diálogo entre quem escreve e os que exercitam a leitura. E nada mais salutar do que começar pelas escolas, pelo professor que, aliás, a Academia vem fazendo com a realização de encontros mensais com professores da rede estadual de ensino”, comentou Nunes.

Diácono na Arquidiocese da Paraíba, a APL resgata uma tradição de sempre ter em seus quadros a presença de um representante da Igreja. “Inclusive, entre seus fundadores, no ano de 1941, estava um padre, o intelectual Mathias Freire. No decorrer dos anos, sempre foram eleitos sacerdotes, mesmo padre que não estava exercendo suas funções na Igreja, a exemplo dos professores Manoel Batista de Medeiros, José Jackson de Carvalho, Francisco Pereira da Nóbrega, e outros”, lembrou.

José Nunes
Natural da cidade de Serraria, Brejo paraibano, ararense por adoção, o novo imortal atua na Imprensa desde o final da década de 1970, seja como repórter, editor e colunista em todos os jornais da capital, já extintos, e atualmente, escreve coluna semanal em A União, além de colaborar com os sites MaisPB e o Espaço de Leitura de Germano Romero.

Nunes lembra que mesmo tendo iniciado suas atividades na Imprensa no extinto jornal O Norte, foi no ano de 1979 que iniciou, efetivamente, sua atuação como repórter em A União, onde exerceu diversas funções, tornando-se editor de suplementos e colunista.

Com diversos livros publicados, na sua maioria ensaios-biográficos, crônicas e poesia, o novo imortal também integra o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), a Academia Cabedelense de Ciências, Artes e Letras e a União Brasileira de Escritores-Paraíba. Foi a primeira vez que concorreu a uma vaga na Academia Paraibana de Letras.

Ex-ocupantes da cadeira
O Patrono da Cadeira 30 é o desembargador Santos Estanislau Pessoa de Vasconcelos. Ele nasceu em Bananeiras (PB), a 13 de março de 1860 e faleceu a 31 de dezembro de 1933. “O Patrono da Cadeira que passo a ocupar, direi que foi um homem de elevada cultura jurídica, como tantos outros que ocupam lugar de destaque na Casa de Coriolano de Medeiros”, comentou.

O primeiro ocupante e fundador da Cadeira 30 foi o advogado e escritor Francisco Coutinho Filho, que dedicou sua vida às pesquisas do folclore e, como tal, tornou-se uma referência, obteve a glória do reconhecimento. Também teve atuação na área jurídica com elevado destaque.

Já o segundo ocupante da Cadeira foi o ex-governador Pedro Moreno Gondim, também advogado e se destacou como político. O terceiro a ocupar foi Otávio Sitônio Pinto, que escrevia crônicas e publicava em o Jornal A União, e agora passou a ser ocupada por José Nunes.

Redação com Jornal da Paraíba

 

 


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